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riscos_e_rabiscos

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Para Aliviar...

 

Parece que Portugal inteiro anda com problemas de entupimento. Designadamente em termos de trânsito. Que havemos de fazer? Que medidas adoptar? Pois bem, já há muitas soluções e alternativas para este problema.

 

Tenho ouvido algumas pessoas queixarem-se do trânsito. É normal… Afinal quem é que gosta que fique ali parado? Acabamos por nos enervar por a coisa não fluir normalmente e temos que passar pelo suplício da espera e do esforço até que as coisas se descongestionem. Há quem até se sinta mal com o trânsito parado!

 

Este problema revela-se bastante comum entre os cidadãos, pelo que me é dado a observar. Ele pulula um pouco por todo o lado. Para aliviar o problema, há quem recorra a estratégias como jornais, revistas, livros, jogos, palavras cruzadas, etc. na esperança que estas ajudem o trânsito a fluir mais rápido e menos dolorosamente. Rezamos, fervorosamente, para que o ritmo comece a normalizar.

 

Parece que agora é moda, um pouco por todo o lado, falar-se em trânsito e desenvolver-se novas ideias para que se entre num ritmo normal. O mais insólito é que, se para uns estas ideias são autênticos milagres, para outros são um autêntico exagero. Para estes, basta apenas muita calma, descontração e uma boa alimentação.

 

De manhã, à tarde ou à noite, durante as refeições ou fora delas, convém sempre ter em mente o trânsito. Cada organismo tem necessidades diferentes. Há que reabastecer as nossas defesas para resistirmos às agressões do dia a dia.  E há um leque variado de formas para o fazer.

 

Tenho a sensação que a preocupação do trânsito já tomou uma dimensão planetária. As estratégias para o seu combate começam a surgir nas coisas mais simples e elementares do nosso quotidiano.

Mas por outro lado, pergunto: e então quem não sofre por causa do trânsito? Também é obrigado a ter que gramar os “fluidores” de trânsito? Ora aqui está uma bela questão a ter em mente e sobre a qual gostaria de ter a vossa opinião…

Líquidos ou sólidos, de acordo com a preferência de cada um, invadiram o nosso mercado quase a obrigar-nos a ser consumidores compulsivos. Estratégia de marketing ou alerta geral?

 

Os microorganismos milagrosos encontram-se em iogurtes, água, cereais entre outra coisas que certamente desconheço!

Só espero que a febre das fibras, das bactérisa reguladoras do trânsito intestinal não façam uma invasão terreste, a nível global. Já imaginaram o que era o planeta inteiro com uma disenteria desenfreada?! Valha-me santo papel higiénico e nossa senhora da sanita livre!!!

                                

 

Mea Culpa

 

Ando aqui com um peso nos ombros há alguns dias. E confesso que já me está a causar dores de costas e de pescoço. É verdade!

 

Acontece que a minha vida tem andado num rodopio, apesar dos pesares. Tem sido uma semana de elaboração de testes, de feitura de materiais, pensar no que vou fazer com os miúdos na Páscoa, etc. Sabem como é a minha vida de teacher, ainda mais teacher que tem a mania de ser inventadeira em vez de estar quietinha. Tanto trabalho para alguns putos não merecerem nada. Enfim! Quem corre por gosto não cansa.

 

Por tudo isto e porque ando cansada não só fisicamente mas sobretudo “cerebralmente”, não tenho ido regularmente aos vossos cantinhos meter o nariz e escrever meia dúzia de letras. Vocês até podem dizer “ah, mas tu podias fazer isso ao fim da noite…” e até têm razão. Mas e os meus neurónios que a partir de certa hora pisgam-se para outro lado qualquer e me abandonam à mercê do espíriro da cabeça oca?! Já não dá para fazer nada. Não há discurso coerente que saia desta cabecinha.

 

Por isso, meus amigos, não pensem que vos abandonei. Não! Excesso de trabalho e de cansaço. Até o meu pobre blog andou a abndonada durante uns dias por falta de inspiração e, essencialmente, por falta de tempo para organizar ideias e escrever algo legível. Espero brevemente recuperar o ritmo. Me aguardem!

 

Arame Farpado

 

Estou num daqueles dias em que me sinto bastante em baixo. Sinto-me desmotivada, desmoralizada, desvalorizada e desrespeitada.

 

O dia nem me correu mal mas sinto-me assim. Não houve nenhum acontecimento extraordinário nem estou em pré-tpm. Mas sinto-me assim. Osentimento é de um vazio, de uma inércia paralizante. Não só fisicamente mas também psicologicamente. Acho que ando tristonha.

 

Estou um bocadinho saturada desta vida monocromática, de ter muita coisa para fazer mas não ter tempo para nada, da mecanização instaurada na minha rotina.

 

Estou naqueles dias em que vejo o mundo feito de arame farpado, repleto de injustiças!

 

Regime Militar

 

 

O dia começou por me correr com tudo ao contrário, o que me fez atrasar na saída de casa para as aulas. Pensei logo que hoje iria ter um dia “giríssimo”. Estava tudo a acontecer-me…

 

Cheguei ao colégio, piquei o ponto e fui até à sala dos professores fazer umas coisitas. Andei a dizer “hello” aos meus pequenos todos, a ver as obras de arte do 1º ano - desenharam Camões e os trabalhos estavam um espectáculo – até que chegou a hora da minha primeira aula.

 

Fiquei a saber que os famosos-alunos-pré-delinquentes fizeram porcaria com a minha colega de música, mais conhecida por brutamontes. Não sei exactamente o quê mas foi algo que a deixou muito perturbada, frustrada e desmotivada. E acho que também foi falar com o director.

 

O que eu acho mais, vá lá, engraçado é que a professora titular deles não admite que os seus alunos são terríveis. E até fica muito ofendida se alguém lhe aponta os defeitos dos alunos!!! Até com as professoras que tomam conta dos recreios eles são insolentes! Haja paciência…

 

De certa forma, estou ansiosa para que chegue quarta-feira. É o dia em que eu me cruzo com a minha colega de música e, nessa altura, vou perguntar-lhe o que se passou com ela e contar-lhe o meu episódio. Apesar da rigidez dela nas aulas, a insolência consegue ser superior a tudo e a todos. E até ao nariz emproado dela!

 

Quando entrei na sala do 4º ano para dar aula, pus a cara mais feia que consegui, sinal de poucos amigos e de que estava bastante chateada com eles. Ignorei aqueles aque vieram ter comigo e fui logo dando ordens. Não vai a bem, vai a mal. E parece que aquela turma só funciona mesmo é a mal. Dirigi-me a eles com diuas pedras na mão. Têm que sentir na pele que eu não sou nenyuma “palhaça” que vai para ali animar as hostes…

 

Só tenho pena das miúdas, que são a minoria, e que andam comigo nas palminhas das mãos por saberem que os colegas ajem mal e que eu estou chateada. As miúdas são um amor, até as tresloucada da F. … Acho que lhes vou dar um miminho para elas saberem que não estou chateada com elas. Pobrezinhas!

 

Hoje reinou o silêncio na sala. Foi uma maravilha. Expliquei matéria nova, participaram todos e parece-me, sublinho parece-me, que perceberam. Vamos ver! Querem regime militar? É isso que terão. Não verão mais a beleza do meu sorriso nem a cor dos meus dentes...

Na Cama Com…

                                         

 

… uma boa companhia. As noites estão frias e chuvosas. Apetece estar enfiada na cama, confortável e aconchegada, partilhando o espaço com um companheiro simpático e quentinho.

 

Nas últimas noites, uma vez que estou sozinha, tenho recorrido com frequência a este amigo. É uma forma de compensar a solidão, obtendo algum prazer… é incansável, rende-se às nossas vontades e nunca reclama. Seja no trabalho ou por prazer, posso sempre contar com ele.

 

Interage connosco horas a fio, sempre com uma performance exemplar, mostrando-nos aquilo que mais desejamos.

Não o partilho com ninguém. É meu, único e exclusivamente meu.

Tem o formato ideal, ajusta-se na perfeição às minhas pernas, usa a minha cor preferida e é agradável ao toque…

 

Espero que esta minha confissão de traição não vos tenha chocado. É assim que traio o N. quando ele cá não está. Tenho de compensar a sua ausência, certo? Por isso, passo as noites na conversa no computador!!! Estavam a pensar o quê?!

 

Acerca da Confiança

                       

 

Desde ontem que tem surgido este assunto, explícita ou implicitamente, nas minhas conversas com os meus amigos. E é curioso como as coincidências existem.

 

Estávamos a falar de computadores pessoais, e exactamente por isso, podem conter ficheiros secretos, que são só nossos, que não queremos compartilhar com ninguém. E às vezes não é porque nos comprometem mas sim porque são coisas íntimas que revelam fragilidades nossas e que não estamos preparados para mostrar a outros. Afinal, todos temos direito às nossas pequenas coisas, aos nossos pequenos segredos, à nossa privacidade.

 

Por este motivo, é natural que não se compartilhem passwords ou até mesmo computadores. No meu caso, não me incomodo de partilhar nada com o N. . Não tenho nada para ocultar dele. Tanto que é ele que me arranja o computador e mexe nele à vontade.

 

Hoje aconteceu uma situação que me fez lembrar todas as conversas tidas com diferentes amigos mas que convergiam para o mesmo tema: a confiança.

Estava a conversar com o N. pelo MSN quando ele me pede para aceitar o envio de um programa. Assim fiz e depois instalei. Tudo isto sem perceber muito bem qual a finalidade do software.

Descobri, depois, que servia para ele aceder ao meu computador após a minha autorização. Se eu tivesse esqueletos no armário estava frita. Primeiro porque seria muito estranho recusar a instalação deste programa e depois porque ele pode vasculhar tudo e mais alguma coisa dentro do meu computador…

 

E fica aqui um aviso para quem tem algo que não queira revelar. Cuidado com os programas que instalarem caso tenham telhados de vidro! O programa é bem interessante, só é pena emperrar o computador um pouco.   

 

Insolência não, obrigada!

                

 

Esta semana tem sido a semana em que a minha paciência tem sido testada a ver até onde aguenta. Até nem sou uma pessoa paciente para certas coisas, mas para outras reconheço que sou mais do que o geral das pessoas. Se calhar muitas em situações com as quais me deparo, algumas vezes, já teriam explodido mais cedo.

 

Fui dar as minhas aulas toda feliz e contente, até porque tinha umas aulas giras para dar. Ainda por cima hoje é o dia do 1º ano. Cantam já tão bem em inglês… Os putos são uns amores. Quer dizer, as minhas turmas são todas compostas por crianças amorosas, excepto a minha do 4º ano que tem meia dúzia de elementos de fugir a sete pés. Os outros são uns amores também.

 

Hoje foi o dia em que a corda partiu. Esses alunos do 4º ano têm andado a esticar a corda desde a semana pasasada. Todos os dias têm de fazer trabalhos de casa extra – que não fazem – como castigo e todos os dias têm ido de castigo para o director (o que não tem adiantado nada). As queixas não se limitam à minha aula e sim de todos os professores, em geral.

O director já deve estar pelos cabelos. Os profes já falaram pessoalmente com eles para os chamar à razão, o director também já o fez mas as atitudes e comportamentos continuam os mesmos.

 

Não respeitam colegas, professores ou regras. Pensam que podem fazer o que lhes apetece, ou seja, nada e que podem conversar uns com os outros como se estivessem no intervalo. Aprender?! Para quê?! Que não aprendam, tudo bem mas pelo menos deixem os colegas aprender. Estas abéculas não têm o direito de impedir os outros de aprender!!!

 

Hoje passei-me da cabeça e levaram a maior descasca que alguma vez tinham levado aqui da Pessoinha. Senti-me uma panela de pressão. Cheia (de nervos) já eu estava de todas aquelas situações, depois, danada, gritei com eles (confirmei a minha suspeita de que eles só entendem este tipo de linguagem) ameaçadoramente e, por fim, fez-se silêncio. Desconfio que depois comecei a deitar fumo pelas orelhas e faíscas dos olhos.

Continuei a minha aula como se nada se tivesse passado, com a voz mais calma do mundo mas com a cara mais trombuda que eles alguma vez viram.

 

Digam lá que não faziam o mesmo que eu?! Não acatam as vossas ordens, não trabalham, têm o desplante de responder àquilo que vocês dizem, em vez de estarem bem caladinhos e são insolentes ao ponto de vos dizer que não gostam de vocês. Se eu dissesse isto a algum professor, quando era aluna, no mínimo dava direito s uma falta disciplinar. E nem é pela questão do que disseram mas pela forma como o disseram. Não agradamos, como é óbvio,  a todos e eu não sou paga para agradar aos “meninos” mas sim para ensinar.

E podem ficar descansados que não atingiram a minha auto-estima pois o que me disseram não me afectou. Dizem o mesmo e coisas piores das outras três professoras que lhes deram aulas o ano passado e que se foram embora por não estar para aturar aquilo.

 

No fim da aula, levei-os ao director e mandei-os explicar – como faço sempre – porque estavam ali. Ficaram calados que nem ratos. A valentia ficou dentro da sala de aula. Mas eu contei o que se passou. O director, coitado, ficou capaz de os engolir pois tinha estado a falar com eles uma hora antes sobre o comportamento deles. Eu já tinha verificado que falar com eles não servia de nada.

Em frente a eles, disse ao director que hoje tinha sido a gota de água e que não admitia mais insolência. E que se isto se repetisse novamente, exigia uma reunião com os pais dos alunos. O director informou os alunos que na semana que vem, iria marcar uma reunião com os pais, em que os alunos estariam presentes, para resolver a situação.

 

Já não aguentava mais estar sempre com paninhos quentes e a “tolerar” as porcarias que os meninos fazem nas aulas. Acham que exagerei?

A minha vontade era gravar os meninos para depois mostrar aos papás como os meninos se comportam na sala de aula. É que às vezes contar só o que se passa, não basta!

 

Que Lata!

 

Há coisas que me tiram do sério. E a falta de delicadeza e consideração pelos outros são um bom exemplo disso.

 

Hoje foi dia de explicação logo às 9 da manhã. Duas horas. Uma maravilha para acordar mas depois voltar a adormecer com a lentidão da minha explicanda. A sério. Mais para o fim da explicação, estava a ver que tinha de ir lavar a cara e pôr uns palitos nas pálpebras!

 

Finda a explicação, tinha uma missão a cumprir: ir em busca da fonte de alimentação pretendida…

Fui a uma loja que não tinha mas arranjava a preços exorbitantes. Dirigi-me a outra que tinha uma superior a preço convidativo mas só de tarde. Ok!

 

Como estava perto do supermercado, decidi que iria dar lá um saltinho para comprar as minhas maçãs favoritas: as Starking. Para grande desgosto meu, as maçãs tinham um aspecto horrível. Estavam murchas, baças e com ar de quem tinha sido comido por lagartas. Vim-me embora de orelhas murchas e a salivar. Para compensar este desgosto, fui buscar uns iogurtinhos… magros!

 

Dirigi-me para a caixa para pagar. Ainda pensei em sair sem pagar as compras para ver o que acontecia mas depois aquilo desatava a apitar e eu ando cheia de dores de cabeça…

Fui para a fila prioritária pois era a menor. Quem era prioritário passou-me à frente porque eu mandei. Tinha as minhas comprinhas já prontas a ser registadas quando sou ultrapassada por uma abécula. Muito bem, a senhora tinha um puto no carrinho, que ela fingiu estar rabugento. Até porque o puto não se ouviu a rabujar… só se ouviu a velha dizer “vamos já, filho, vamos já…” e toca a depositar as compras à frente das minhas sem dizer absolutamente nada!

 

Eu comecei a sentir uma ebulição a crescer dentro de mim, um calor a aflorar à minha bela face e o consequente fumegar pelos ouvidos. Não disse nada à velha mas disse à empregada.

“Ao menos podia ter perguntado se podia passar à frente… eu não estou grávida mas podia estar”, disse eu.

Sonsamente, ela respondeu “ah, ninguém disse nada… como não disseram eu deixei passar…”. Foi quando olhei para trás e vejo uma moça grávida mesmo atrás de mim e ela acrescenta “mas eu estou grávida!”

Fiquei ainda mais possuída, possessa, irritada, estupefacta, o que vocês quiserem… Isto faz-se?!?

Ao vir-me embora, rematei com um “ao menos podia ter perguntado se podia ter passado à frente”. E vim-me embora.

 

Se tenho apanhado a velha pela frente tinha-lhe dito: “para a próxima vez, antes de passar à frente dos outros repare se não há casos prioritários e tenha a educação de pedir permissão!” Da próxima vez pego na B. ou na minha afilhada e também vou come elas às compras para passar à frentes destas velhas parvas todas! Argh!

 

Nódulo na Mama

Foi detectado um nódulo na mama a uma prima minha. Todos os anos fazia os exames de despiste e vigilância aconselhados a partir dos 35 anos. Até agora sem sobressaltos, tudo sempre normal. Mas desta vez foi diferente. Detectou-se um nódulo que o médico não gostou, tendo de imediato mandado fazer uma biopsia.

 

Ainda não fiz nenhuma biopsia mas sei que o nervosismo é grande. Talvez não tanto pelo exame em si mas pelo resultado que pode revelar. Todos sabemos que quando nos mandam fazer biopsias é para despiste ou confirmação de algo. Desejavelmente que o resultado seja de algo bom, benigno.

 

Já passei, por duas vezes, pelos nervos e angústia de ter nódulos no peito. Só eu sei o quanto foi difícil até descobrir o que se passava.

O primeiro surgiu m que fiz estágio profissional. Foi um ano terrível, não só de trabalho e chatices mas também por vários problemas de saúde, sendo os mais graves uma suspeita de meningite – foi um ano muito prolífico em meningites – e este nódulo no peito.

Nunca tinha detectado nada semelhante. Não se percebia se era no músculo ou se era na mama propriamente dita. Fui fazer mamografias e ecografias de urgência e nem vos digo o tamanho da preocupação que trazia comigo.

 

Enquanto não tive um diagnóstico preciso e conclusivo, não consegui tranquilizar-me. Na realidade, não tinha nada na mama. Estava “limpinha” (palavras da médica) e, provavelmente, alguma coisa de origem hormonal e que depois desapareceu. Finalmente, acalmei a minha preocupação e afastei as nuvens negras de ser algo pior.

 

Passados alguns anos, surgiu-me, de novo, outro nódulo na outra mama. Parecia um “dejà vu”. Mais nervos e mais preocupação e mais dúvidas e pensamentos obscuros. Só quem passa por isto é que sabe avaliar. Novas ecografias e mamografias e, mais uma vez, não era nada de especial. Provavelmente, mais uma questão hormonal. Os diagnósticos foram sempre favoráveis.

 

Se eu com diagnósticos despreocupantes passei por crises de nervos arrasadoras, imagino a quem for diagnosticado algo diferente.

O importante, por mais medo que se tenha, é não baixar os braços e agir. Nestas situações não se pode estar à espera. O tempo urge e todos os minutos contam.

 

Estou a torcer, fervorosamente, para que as coisas corram todas bem, independentemente do que tiver de acontecer. Há-de correr tudo bem. Estou convicta disso.

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